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Thursday, August 23, 2007

The Last King of Scotland (2007)

Classificação:7

Género: Drama/ Acção

Argumento: Em 1971, o presidente do Uganda, Milton Obote, é deposto por um golpe de estado que coloca no poder o General Idi Amin, um homem com grandes aspirações pessoais para o seu país, mas que viria a revelar um perigoso ditador e cujo regime, que durou até 1979, produziu cerca de 300.000 mortes.

Comentário: Is it just me ou está a tornar-se cada vez mais difícil contar histórias de uma forma original. Neste caso específico, até se pode argumentar que a história de Idi Amin no Uganda pode facilmente aplicar-se a uma série de outros países africanos e daí esta previsibilidade da história.

Pensando bem, talvez associada a essa previsibilidade exista também uma certa revolta, por não conseguir perceber como a comunidade internacional permite (incentiva?) que este tipo de situações aconteça repetidamente.

Quanto aos actores, não tenho dúvidas de que o Óscar de melhor actor foi bem entregue a Forest Whitaker, que nos consegue ajudar a perceber como pode ser fácil acreditar nas boas intenções de um ditador, ao mostrar o seu lado mais humano e até mesmo sedutor, mas nunca deixando completamente de parte o lado feroz, até mesmo aterrador. James McAvoy foi uma surpresa muito agradável.

Tuesday, April 10, 2007

Diamante de Sangue (2006)



Classificação: 6,5

Género: Acção/ Drama

Argumento: Tendo como cenário a Serra Leoa, é relatada parte da história sobre a “indústria” dos diamantes de sangue, diamantes obtidos através da escravatura e num contexto de guerra civil e de anarquia total.

Comentário: Ainda que o filme já tenha estreado há algum tempo e muito se tenha escrito sobre ele, tenho alguns comentários que julgo relevantes, ainda que não constituam propriamente a “descoberta da pólvora”.

Na minha opinião, o filme divide-se em 2 partes claramente distintas. Na 1ª parte, assistimos às atrocidades a que é sujeita a população da Serra Leoa, vítima de um governo incapaz e de grupos rebeldes que tiravam partido dessa incapacidade na busca dos referidos diamantes.

Baseado em relatos reais, até aqui o filme está muito bom, com uma dinâmica muito positiva e assentando em desempenhos fabulosos de Djimon Hounsou e, sobretudo, de Leonardo DiCaprio.

Contudo, na 2ª parte do filme, à medida que a personagem de Jennifer Connelly vai aumentando o protagonismo, o tom moralista do filme vai ganhando destaque e a meu ver isto era completamente desnecessário. Acho que quase todas as pessoas são suficientemente inteligentes para perceber que o que está a ser retratado está profundamente errado, sem que para isso seja necessário que haja ali uma voz da consciência a expressar isso por palavras.

Como se isto não fosse suficientemente mau, os meus piores receios foram confirmados quando o filme entra no campo dos clichés hollywoodescos e a jornalista moralista se começa a apaixonar justamente pelo alvo das suas maiores críticas. (mulheres que lêem este blog, apelo pff para que confirmem que este tipo de atracção é completamente estúpido e inverosímil!)

Desta forma, um filme que tinha todo o potencial para ser excelente acaba apenas por ser razoável.

No caso de querem ler algo mais sobre um problema que continua a afectar gravemente o continente africano, deixo-vos os seguintes links:

Thursday, January 25, 2007

Tuesday, January 23, 2007

Apocalypto (2006)

Classificação: 8

Género: Acção/ Drama

Argumento: “A great civilization is not conquered from without until it has destroyed itself from within”

Comentário: A afirmação anterior pertence ao historiador Will Durant e é com ela que tem início o filme, que pretende retratar os tempos do declínio da civilização Maia, antes da chegada dos espanhóis.

Antes de mais, quanto à propalada violência que supostamente caracteriza o filme, de facto existem cenas um pouco impressionantes mas mais do que julgar essas cenas por si só penso que é importante avaliar qual o valor acrescentado que trazem ao filme. Por oposição a filmes como Saw ou Hostel, onde a violência é completamente gratuita (não me entendam mal, eu sou grande fã dos três filmes do Saw mas compreendo perfeitamente que haja quem não goste), aqui a violência tem efectivamente um papel importante a desempenhar, ilustrando a barbaridade dos actos levados a cabo.

Como li há pouco num comentário ao filme, se não fosse pela violência que vemos no ecrã, esta até podia perfeitamente ser uma história produzida pela Disney (ok, é um grande “se”). O que quero dizer é que a história de um homem que, contra tudo e contra todos, luta para salvar a sua família, não tem muito de novo.

O que há realmente de novo no filme é o cenário, sendo ele a civilização Maia. Não querendo agora discutir sobre a sua aderência à realidade (prometo que vou pesquisar e brevemente irei escrever acerca do resultado da minha pesquisa, mas aqui), o que é certo é que é criado todo um cenário (pessoas incluídas) que torna muito fácil de acreditar no que se está a ver, ao ponto de chegarmos a ser, de certa forma, “transportados” para uma realidade que nada tem a ver com a nossa.

O filme deixa também no ar algumas questões importantes. Se num primeiro instante nos deixa a pensar como é que é possível que pessoas da mesma raça cometam tamanhos actos uns contra os outros, num instante seguinte, também podemos questionar se as últimas guerras e as que acontecem actualmente serão assim tão diferentes.

Uma nota final para os actores: havendo o requisito do filme ser integralmente falado no dialecto dos Maias daquela região, o Yucatec, muitos dos actores não tinham qualquer experiência prévia de interpretação cinematográfica. Para primeira vez, acho que não se saíram mesmo nada mal

Tuesday, December 26, 2006

Cinderella Man (2005)


Classificação: 8,5

Género: Acção/ Drama

Argumento: Nos anos 20, James Braddock (Russell Crowe) era uma promessa no boxe, mas a combinação de um ferimento grave na mão com a derrota no combate contra Tommy Loughran acabou com a sua carreira. Durante a Grande Depressão, Braddock acaba a trabalhar nas docas de Nova Iorque para sustentar a mulher, Mae (Renée Zellweger), e os três filhos. Desesperado por dinheiro, Braddock procura o antigo treinador e agente, Joe Gould (Paul Giamatti), que lhe arranja um combate contra John Griffin, começando aí a produzir-se uma grande história.

Comentário: Com nomeações para melhor actor secundário nos Óscares e Globos de Ouro (Paul Giamatti) e outra para melhor actor nos Globos de Ouro (Russel Crowe), parece-me que este filme merecia outro tipo de reconhecimento.

Baseada em factos reais, a história está extremamente bem contada, para o que contribui um Russel Crowe ao seu melhor estilo e um Paul Giamatti que parece ter sido feito à medida de certos tipos de papéis, onde se inclui nomeadamente este. Pena é a falta de protagonismo de Renée Zellweger, que acaba por cair um pouco no limitado estereótipo de dona de casa dedicada, sem grande margem para brilhar.

Reconhecidamente, o filme tem início de uma forma um pouco enfadonha mas à medida que se sucedem os combates de boxe, somos rapidamente embrenhados na história, à boa maneira de um dos melhores Rocky’s.

Uma palavra ainda para o cenário do filme, a Grande Depressão no início dos anos 30 nos EUA., fornecendo imagens que podem ajudar a compreender as dificuldades extremas sentidas na altura.

Wednesday, May 24, 2006

Serenity (2005)

Classificação: 7,5

Género: Acção / Ficção Científica

Argumento: A tripulação de Serenity aceita qualquer trabalho, mesmo que não seja exactamente legal. Malcolm Reynolds, o capitão, estava do lado dos vencidos de uma guerra galáctica, e agora tem a sua nave chamada Serenity e a sua tripulação leal: Zoe, a segunda no comando e a sua maior aliada, Wash, o piloto e marido de Zoe, Kaylee, o mecânico e Jayne. Quando Malcolm aceita dois novos passageiros, um jovem médico e a sua irmã instável ele recebe muito mais do que aquilo que pediu... os dois são fugitivos da Aliança, o conglomerado que controla a galáxia.

Comentário: Realizado e escrito por Joss Whedon, o criador de séries como "Angel" e "Buffy the Vampire Slayer", este filme baseia-se noutra série, "Firefly", que apenas teve direito a uma season tendo sido abandonada pela FOX. Pelo que percebi dos comentários que li na net, apesar de ter tido apenas a duração de um ano, a série captou uma série de fãs devotos, especialmente aqueles que já apreciavam os trabalhos anteriores de Joss Whedon.

Incentivado pelos elogiosos comentários destes fãs ao filme, decidi então ver o filme e a verdade é que não me arrependi. O primeiro aspecto que me chamou a atenção no filme foi o elenco de actores, desconhecidos para mim, e que me pareceram um pouco “tenrinhos”. No entanto, acho que até este aspecto acaba por contribuir para a qualidade do filme, onde o que sobressai é a natureza das relações humanas e a genuinidade dos sentimentos entre as pessoas. Ao contrário do que acontece frequentemente no cinema (especialmente de ficção científica), o filme não pretende traçar uma distinção clara entre o “bem” e o “mal”, o que não deixa de ser uma surpresa agradável, obrigando-nos a pensar um pouco.

Destaco igualmente no filme a qualidade dos diálogos, por vezes com toques de comédia absolutamente geniais.

Sugiro o filme para os apreciadores de Star Wars, pois tem semelhanças indesmentíveis e não há como não nos voltarmos a lembrar do saudoso Han Solo.

Tuesday, May 16, 2006

Missão Impossível 3 (2006)




Classificação: 8

Género: Acção (pura!)

Argumento: O agente secreto Ethan Hunt (Tom Cruise) tem de confrontar o vilão mais violento que alguma vez enfrentou, Owen Davian (Philip Seymour Hoffman), um fornecedor de armas e informador sem remorsos, nem consciência.

Comentário: Como fã confesso da série Missão Impossível (aquela que passava na RTP há uma série de anos) tenho antes de mais de confessar alguma desilusão pelo facto da série ter sido completamente desvirtuada nos 3 filmes feitos até à data. Uma série que se focava no trabalho de equipa de uma série de elementos com capacidades acima da média foi transformada num filme que não consegue deixar Tom Cruise de fora do ecrã por mais que 2/3 segundos.

Dito isto, não posso deixar de aconselhar o filme como um belo exemplar dentro do género dos filmes de acção. As cenas estão extremamente bem filmadas e mantêm-nos agarrados ao nosso lugar durante uma boa parte das 2 horas de exibição do filme. Para os apreciadores de "Lost", nota-se bem o dedinho do realizador J.J. Abrams, criador da série, em algumas cenas.

Quanto ao enredo, sem ser de uma originalidade tremenda, está bem montado e é suficientemente simples para nos deixar apreciar na plenitude as cenas de acção do filme. Como li num qualquer comentário, quase tudo gira à volta das questões “como é que vamos entrar ali?” e “como é que vamos sair de lá?”.

No que respeita aos actores, Tom Cruise está no seu registo habitual, mas é Philip Seymour Hoffman que merece ser destacado, com um desempenho excelente que quase envergonha os outros à sua volta. É mesmo de outro campeonato, um dos melhores vilões de sempre.

Para aqueles que vão com certeza encontrar uma série de falhas e elementos pouco credíveis na história (porque inevitavelmente eles existem), digo-vos que isto não pretende ser a chamada “descoberta da pólvora” mas apenas um filme de acção, ideal para ser visionado num cinema com excelente sistema de som e imagem.

AL

Sunday, January 08, 2006

King Kong (2005)


Classificação: 7,5

Género: Acção, Aventura, Fantasia, Drama

Argumento: Um realizador e a sua equipa vão para uma ilha misteriosa para filmar, quando descobrem que a besta legendária da ilha existe mesmo. Os problemas começam quando os nativos da ilha capturam a actriz principal como sacrifício para o monstro, King Kong. Assim, a equipa de filmagem aventura-se na selva da ilha para encontrar e capturar a criatura.

Comentário: Não conheço a versao original do King Kong pelo que a minha crítica baseia-se apenas neste remake de Peter Jackson (realizador de "Lord Of The Rings"). A minha apreciação geral é positiva. Gostei do filme e incrivelmente as 3 horas do filme passaram sem me aperceber totalmente. No entanto, detalhando mais a análise há que dizer que este filme tem excelentes momentos mas também tem imensos pontos onde se pode criticar. Dado isto, aqui vai uma espécie de resumo:

Aspectos Positivos

Cenas de acção do filme (feitas brilhantamente e que dão um dinamismo ao filme que impede qualquer um de adormecer apesar das 3 horas de filme);
Desempenho de Jack Black como Carl Denham - realiazador (oferece-nos grandes momentos de comédia);
Desempenho de Naomi Watts como Ann Darrow - nova-iorquina capturada pelos nativos da Ilha da Caveira e oferecida a King Kong;
Personagem de King Kong (muito bem feita);
Nativos da Ilha da Caveira (simplesmente excelente. aterrorizantes mas que me fizeram rir e rir. muito bom).

Aspectos Negativos

Cenas completamente irreais, todas praticamente (algumas de tal forma irreais que entram no mundo da comédia e aí divertem-nos) - cavalgada de Jurassic Park (Grandes Dinossauros a fugir de pequenos de Dinossauros, sendo que estes últimos acabam por levar uns pontapés valentes e incriveis, dignos de um jogo de computador, de alguns elementos da equipa de resgate de Ann Darrow); luta de King Kong vs Jurassic Park (Dinossauros), luta entre a equipa de resgate de Ann Darrow vs Jurassic Park (animais bem assustadores e divertidos), resgate de Ann Darrow por Jack Driscoll Adrien Brody (Perestrello no seu melhor: Como é que possível????); e muitas outras;
Personagens desempenhadas por Evan Parke e Jamie Bell, respectivamente Hayes e Jimmy (qual o interesse destes dois pápeis? muito mau).
Cenas Titanic, Lord of The Rings, Jurassic Park e outras à mistura (daqui surgem aspectos positivos e negativos).

No geral, quem quiser se divertir aconselho a ir ver o filme. Agora, dificilmente sairão de lá sem críticas.

Wednesday, September 07, 2005

A Ilha (2005)

Classificação: 8,5

Género: Acção / Thriller

Argumento: Lincoln 6 Echo (McGregor) e Jordan 2 Delta (Johansson) são dois dos habitantes da biosfera artificial de 2019, construída para resistir ao ar contaminado que dizimou a vida na Terra. A excepção a esta contaminação é "A Ilha", um lugar paradisiaco para onde vão os sorteados na lotaria. Todos vivem em função desse momento, sem mais objectivos na vida.
Comentário: Realizado por Michael Bay (Armageddon, Pearl Harbor e Bad Boys), chega-nos um filme de acção que nos dá uma autêntica injecção de adrenalina, com sequências de perseguição de tirar o fôlego, a fazer lembrar Matrix Reloaded. Algumas cenas são filmadas de tão perto que parece que estamos dentro do filme. Com uma clara distinção entre a primeira e a segunda partes do filme, é como se assistíssemos aos preliminares para depois romper a verdadeira e explosiva acção (por momentos, esqueçam a inverosimilhança de algumas cenas e gozem da "pica" que elas dão).
Apesar do argumento com algumas falhas, Michael Bay passa finalmente dos filmes de acção para os filmes de acção com uma história, e interessante por sinal.
Quanto ao elenco, a química entre a esplendorosa Scarlett Johansson e McGregor é inegável. Como li nalguns comentários, o filme peca por retirar algum protagonismo aos actores, sendo por vezes reduzidos a simples adereços das cenas de acção. É uma pena pois Johansson e McGregor estão quase brilhantes no desempenho de duas "crianças" acabadas de chegar ao mundo. O mesmo pode dizer-se em relação ao restante, excelente, elenco secundarizado em prol da exposição a anúncios de marcas como a Microsoft e a Puma (devem ter pago o filme!).
Um conselho final: se puderem, evitem ver o trailer, demasiado revelador.

AL

P.S. Scarlett.... YOU'RE MY ALL INSPIRING MUSE!!!!

Friday, August 19, 2005

Run Lola Run (1998)


Classificação: 8

Género: Acção / Drama

Argumento: Lola tem 20 minutos para reunir uma soma considerável de dinheiro (100000 marcos alemães) para salvar o namorado que está nas mãos de um mafioso.

Comentário: Filme Alemão que se passa a um ritmo vertiginoso e que mostra como um argumento bastante original é condição suficiente para se fazer um bom filme.
Este filme tenta transmitir a ideia que pequenos detalhes no nosso dia-a-dia têm uma influência crucial no desenrolar da nossa vida. O filme mostra os tais 20 minutos de 3 perspectivas diferentes dependendo apenas de coisas banais como o ladrar ou não do cão do nosso vizinho...

AT

Thursday, June 30, 2005

Crash (2004)


Se me dei ao trabalho de publicar isto imaginem porque será!?

Thursday, June 23, 2005

Sin City (2005)

Classificação: 9

Género: Acção (pura!)

Comentário: Se não descrevi o argumento do filme, como habitual, não foi por que me esqueci, mas antes porque a qualidade do filme está longe de residir no seu argumento. Nesta adaptação ao cinema da banda desenhada de Frank Miller, um dos autores mais importantes dos comics americanos, são contadas três histórias que têm como cenário Basin City, uma metrópole decrépita, povoada por criminosos e prostitutas, em que o poder judicial e politico é mais corrupto que a própria máfia.

Como já li em algums comentários, também eu concordo que a personagem central do filme é a própria cidade, com o seu ambiente de devassidão e que parece corroer qualquer ponta de decência presente nas pessoas que a habitam. Também li algumas críticas relativamente à falta de alma das personagens e à falta de uma história central. Apesar de concordar acerca da falta de alma das personagens, penso que isso em nada diminui a qualidade do filme. O excelente elenco de actores desempenha brilhantemente o seu papel, que é precisamente o de personagens vindas da banda desenhada, e por isso a meu ver não se pede que sejam personagens cheias de profundidade.
As cenas de acção, em que o sangue colorido (ao contrário da maior parte do filme) jorra por todos os lados, são excelentes.
Um grande filme, que prima pela invulgaridade, na linha do que foi feito com Kill Bill.

AL

Monday, May 09, 2005

A Intérprete (2005)

Classificação: 7,5
Género: Acção / Thriller
Argumento: A Intérprete marca o regresso á realização de Sydney Pollack, afastado destas lides desde 1999. Neste regresso, o realizador conseguiu algo inédito: filmar dentro do edifício das Nações Unidas algo que até aqui não tinha sido autorizado. O filme fala-nos de uma conspiração dentro da ONU, contando-nos a história de Silvia Broome (Nicole Kidman), uma intérprete que inadvertidamente ouve uma ameaça de morte contra o líder de uma fictícia nação africana. A partir desse momento, Silvia terá de proteger-se e fazer com que acreditem no que ela disse, de forma a poder salvar a vida do líder africano. Tobin Keller (Sean Penn) é o agente federal encarregue de a proteger, mas que tem dúvidas sobre a veracidade das afirmações de Silvia Broome.
Comentário: Sendo díficil definir este filme, pode dizer-se que se trata de um thriller, com alguns salpicos de filme de espionagem, outros de acção e ainda uns quantos de drama psicológico. Esta última componente do filme é na minha opinião um pouco forçada e muitas vezes demasiado previsível. Penso que será mesmo a pior caracteristica do filme. Falando dos aspectos positivos, penso tratar-se de um filme extremamente empolgante, mantendo-nos em suspense até ao fim, e que conta com o desempenho de dois dos melhores actores da actualidade. Isto para não estar aqui com linhas e linhas de discurso a falar sobre a beleza estonteante da Nicole Kidman.
Como curiosidade refira-se o facto de haver no filme uma personagem a falar português. O que não deixa de ser estranho é que só a muito custo se arranje alguém no edifício da ONU que saiba traduzir o que o senhor diz.
AL

Tuesday, January 04, 2005

The Negotiator (1998)

Classificação: 8,0

Género: Thriller, Acção, Suspense

Argumento: No meio de uma conspiração elaborada, um polícia é acusado de assassinato de seu sócio, assim como, de desviar o dinheiro do fundo de pensão do seu departamento.

Comentário: Um dos melhores filmes do género. É um filme de 1998, no entanto, para quem não viu aconselho fortemente a ver.

EM

Tuesday, December 28, 2004

MindHunters - Caçadores de Mentes (2004)

Classificação: 7.5

Género: Crime/Thriller/Acção/Terror

Argumento: Numa ilha remota, o FBI estabeleceu um programa de treino para a sua divisão de psicólogos criminais, designados por “Caçadores de Mentes” e que são utilizados para deter assassinos em série. Mas o treino começa a correr muito mal, quando um grupo de 7 jovens agentes descobre que um deles é um assassino em série, disposto a matar todos os outros.

Comentário: Na minha opinião, este filme torna-se muito interessante, pelo suspense que existe no ar, dado que começa com um exercício quase real e so fim dele, é que começamos a entrar na cena do filme. Este filme demostra, de certo modo, como é o treino dos agentes do FBI, onde o teste final passa numa ilha exploratória da marinha americana. Neste filme, passamos pelos mesmos problemas que os actores, onde tem que descobrir quem é a mente assassina do grupo, logo aí, consegue aumentar o interesse, caso seja visto em grupo. Desde já aconselho a ver este filme, porque há muito que não se fazem filmes de acção de qualidade.

JC

Monday, December 27, 2004

Spider-man 2 (2004)

Classificação: 7.0

Género: Acção/Fantasia

Argumento: Peter Parker está a passar uma má fase. A sua vida dupla como homem-aranha está a ter um impacto devastador na sua vida normal. As coisas ficam de tal forma que desiste da vida de super heroi. Entretanto, é obrigado a voltar a ser homem-aranha quando quando o brilhante Dr. Otto Octavius do cientista é deformado em um acidente e torna-se em Dr. Octopus com quatro tentáculos de metal. Mary Jane é colocada no meio da luta entre homem-aranha e o super-vilão, e Harry Osborn, responsabiliza ainda Spiderman pela morte de seu pai, Norman Osborn,o Goblin verde. Spiderman é levado ao seus limites para sobreviver.

Comentário: Na minha opinião, “Spider-man” é uma das histórias mais interessantes de super-herois, a par de “Superman”. O primeiro filme, foi uma agradável surpresa. Com efeitos especiais espectaculares, filmagem excelente, bom argumento e com uma excelente actuação de William Dafoe (Norman Osborn), “Spider-man” atingiu o top nos filmes de acção/aventura. As expectivas para o segundo filme, eram por isso, muito grandes. Os efeitos especiais estiveram lá, no entanto, o argumento é pior do que o do primeiro filme. A bela Kirsten Dunst continua e é sem dúvida também uma das atracções do filme. Vale a pena ver este filme, no entanto, para quem gosta de comparações, o primeiro filme no global esteve melhor.

EM

Saturday, December 25, 2004

The Italian Job (2003)

Classificação: 6.5

Género: Acção/Crime

Argumento: Em Veneza, Itália, uma equipa de ladrões peritos roubam de 35 milhões dólares em barras do ouro. Um dos ladrões trai os seus companheiros e fica com o ouro para si. Um ano mais tarde, em Los Angeles, os membros sobreviventes da equipe criam uma plano inteligente para reaver o ouro e vingarem-se perante o traidor.


Comentário: Com um início muito prometedor na bela cidade de Veneza, o filme Italian Job acaba por mostrar pouco de novo em relação a outros filmes de acção (por ex. “60 seconds”). No entanto, é um filme que entretém, nomeadamente pela participação de Charlize Theron. O filme conta com outras estrelas como Edward Norton.

EM

Monday, December 20, 2004

The Bourne Supremacy (2004)

Classificação: 8,0

Género: Thriller, Acção, Mistério

Argumento: Jason Bourne é encriminado por um agente rival numa operação da CIA para comprar documentos secretos russos. Para sobreviver é obrigado a voltar à sua vida de assassino treinado.

Comentário: Filme com excelentes cenas de acção. As actuações de Matt Damon (Jason Bourne) e Karl Urban (Eomer do Senhor dos Anéis) são boas. O filme passa-se em vários países, nomeadamente Índia, Alemanha e Rússia. A fotografia, direcção e filmagem, a par do argumento são os pontos fortes deste filme. Provavelmente um dos melhores filmes do ano do género.

EM